Autoras do Blog

Paula: Somos as autoras, e isso é irrelevante Luisa. Bem criamos o blog porque somos fãs de Percy Jackson e Harry Potter (a luisa mais percy jackson e eu mais harry potter). O For Gods and Wizards, como o próprio nome diz, trata dos deuses do olimpo, deuses do egito, deuses romanos e sobre os bruxinhos lindinhos que a Jô Rowling criou.

Luisa: Eu preciso ler o HP para entender do que essa doida fala(ela acaba de me bater). Então (ela é doida mesmo, acabou de me provar isso, melhor não descrever como...) Não tem muito a dizer, só as nossas histórias mesmo. Aqui nós vamos escrever histórias que são frutos da nossa insanidade total, a maioria vai ser inspirada no PJ e no HP, mas pode haver outros tipos de surtos nossos.

Paula: Bem, espero que vocês leiam nossas coisas como se o mundo fosse acabar amanhã. Sentiram a ameaça? Bem, quero ver muito sorrisos nesses rostos... Gente, a luisa não entende o literalismo das palavras que escrevo, ela sinceramente acha que se alguém não estiver sorrindo eu vou aparecer na tela do PC dessa pessoa e matá-la com um tiro. Um tiro! Bem, curtem bastante e eperem ansiosos pelo livro "Um diario de duas loucas" uma coisa escrita por nós duas. Acho que não podia haver autoras melhores.

Luisa: Eu falei aquilo mas sei lá, vai que a paulinha é uma bruxa ou uma deusa... Foi ela que deu a idéia do For Gods and Wizards (para deuses e bruxos, para os péssimos em english como yo)



*- Aproveitem o máximo, pois o mundo pode acabar em 21 do 12 de 2012 (: -*

(surto da Paulinha, só para constar)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Percy Jackson e os Kane-capítulo 3: O nascimento de Sophia

Três


O nascimento de Sophia



Percy: Obrigado pelos belíssimos comentários, cara Sadie. Agora Carter está lá, no outro vagão, com Thalia e, acredite, isso não é uma coisa muito feliz. Desculpem-nos a demora para voltar. É que uma... Coisa... Entrou aqui e resolveu brincar um pouco com o nosso gravador.


Sadie: Nosso?


Percy: E isso importa garota? Annabeth ameace-a com o machado outra vez o.k?


Continuando... Ah, sim, paramos quando Sadie me elogiou e logo depois disse suas palavras meigas.


Naquela hora eu estava muito assustado para dizer alguma coisa. Minha mãe estava para dar a luz! E, além do mais, uma mulher vestida de oncinha e duas crianças malucas haviam estraçalhado a porta e a janela de casa. Sem falar que Paul estava inutilizado em um canto.


Bastet: Oncinha? Isso, meu caro, é pele de Leopardo.


Sadie: Crianças malucas? Espere... Você disse crianças mesmo? E, que droga Annabeth!


Percy: Certo. Enquanto a sabidinha e a “criança maluca” se fuzilam com o olhar, melhor eu narrar essa história. Afinal, aposto que você está tão confuso quanto nós.


Enfim, mamãe ainda gritava como se estivesse para parir uma cabra. Paul gemia e murmurava coisas inteligíveis e Sadie agora havia se aproximado de minha mãe.


- O.k. Bastet? Por que estamos na casa dessas pessoas? E por que você está arranhando a mobília?


Pois a mulher em pele de L-E-O-P-A-R-D-O arranhava todo centímetro cúbico do nosso sofá. Bastet olhou com olhos esbugalhados para Sadie.


- Você vai ver. E acho melhor começarem a usar os colares.


Carter ainda parecia um pouco tonto com tudo aquilo, mas mesmo assim aproximou-se também. Ninguém parecia ligar para minha mãe, que berrava a cada cinco segundos.


- Como assim Bastet?


- Só acho que logo, logo, os deuses vão querer saber disso.


Eu, um pouco aturdido já pensei: Que deuses? Os gregos? Mas resolvi não dizer nada, embora para mim só tenha “esses” deuses. Nessa hora, o garoto que tinha ficado estátua o tempo todo falou espantado, como se a sugestão de Bastet fosse absurda o bastante para aquela cena parecer perfeitamente normal:


O quê?! Você não está falando sério, está?! Isso não pode ser tão grave a ponto de...


A voz dele havia sumido. Na hora não entendi o porquê, mas quando olhe para trás eu entendi. A mulher-leopardo estava do lado de minha mãe, segurando a mão dela (que parecia estar a ponto de ser arrancada, mas ela nem se importava) e havia uns símbolos brilhando em volta das duas... Eu não sabia direito o que era, mas não me pareciam estranhos... Annabeth já havia me mostrado algo parecido, mas não me lembro de nada que girava em volta de alguém daquele jeito. De repente, escorre uma lágrima pelo canto do olho de minha mãe, uma lágrima dourada. É, dourada! Parecia um raio do nascer do Sol, e foi escorrendo até cair no colo de minha mãe em cima de um colar que a mulher-leopardo tinha colocado lá, e então ele começou a flutuar. Nessa hora Paul acordou, mas quando viu aquilo logo desmaiou. E com razão. Do medalhão começou a surgir uma esfera brilhante, que parecia uma estrela, e de repente começou a crescer, até que nem de olhos fechados dava para permanecer virada para aquela esfera, e ela emitia um calor imenso que eu já estava suando.


Quando voltou a ser possível olhar na direção daquela esfera, ela havia assumido uma forma vagamente humanóide, e foi se transformando vagarosamente em uma pessoa, até estarmos olhando para uma menina flutuando acima de nós, vestindo um vestido que aparentava ter todas as cores do nascer do sol, que se moviam no vestido como se fosse o movimento do sol percorrendo o céu. Ela começou a descer, até cair e eu correr para segurá-la. Aturdido, coloquei ela ao lado de minha mãe, ela estava desmaiada, mas parecia estar em um sono profundo, ela tinha cabelos loiros dourados e tinha as feições parecidas com as da minha mãe, ela aparentava ter uns doze anos, e de certa forma sabia quem era ela. Todos ficaram em silêncio até a garota maluca dizer, espantada:


-Q-quem... que...que...é...a ga-garota?


A mulher leopardo respondeu-a.


-Ela é a deusa menor, filha de Rá.


-Minha irmã.


Falei por último, quase em transe, sabendo que aquilo não era nada bom.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Percy Jackson e os Kane:Uma pequena versão mórbida de Sadie Kane

Esse capítulo é mais o outro lado da história mesmo, não tem muita cosa de novo.Mas vale a pena ler.


Uma pequena versão mórbida de Sadie Kane


Saide: Ah, você é um idiota Percy, um verdadeiro idiota. E, querida Annie se continuar a me olhar assim te juro que vou hadizar você. Acredite.


Bem, Percy, assim como meu irmão, é um péssimo contador de histórias. Carter esta revirando seus olhos para mim, deixe ele, mal sabe o que lhe espera. Para começo de conversa, eu não disse isso. E também tem uma boa razão para que eu e Carter tivessemos entrado daquele jeito a lá Khufu na casa de Percy.


Bem, você deve deve estar se perguntando como estão as coisas lá em casa. Bem, Khufu arranjou uma namorada babuina que sabe jogar basquete e, ah, Carter ainda não sabe jogar, digo, a babuina que pensa que a cesta é minha cabeça ainda joga melhor que ele. E isso já é alguma coisa.


Carter: Francamente, meu basquete já melhorou. E eu posso ouvir sabia?


Sadie:Dã, era para você escutar mesmo, idiota.


Thalia: Puxa, que menina carinhosa.


Sadie: Continuando, e muito obrigada pela interrupção, Tio Amós ainda está no primeiro Nomo, mas não sei o que ele ainda está fazendo lá. E sobre aquele objeto que eu e Carter guardamos no armario da escola, bem, ainda não tivemos sucesso quanto aos nossos "alunos".


Voltando à história atual, nós tivemos mesmo um bom motivo, e a culpa foi de Bastet.


Primeiro estavamos lá, sentados no sofá comendo os cherrios de Khufu e de sua namorada Khufa...


Carter: O nome dela não é Khufa Sadie...


Sadie: Se estou dizendo que a bunda de macaco é Khufa, então é Khufa e pronto. Agora, será que posso continuar? Obrigada infelizes.


Bom, foi então que Bastet entrou correndo e aos gritos, me fazendo derubar meu novissímo Iphone, que ganhei de natal de vovô. Ah, Carter esta emburrado, ele ainda está chateado por que ganhou apenas uma bota de cowboy. E é sério, era só uma mesmo, não tinha par.



Carter: Valeu mesmo Sadie.


Bem, dei do ombros para a afirmação de mei irmão. Vamos continuar.


Bastet nos alegou que uma menina especial iria nascer em uma praia chamada Moutauk. Bem, não entendi na hora o por que de ela querer ver o parto nojento de uma criança na praia, mas... O único jeito foi correr atrás dela, e como corremos! Carter geralmente caía nos buracos da rua ou então ficava olhando para as gorotas e dava de cara com um poste.


- Quem colocou esse poste no meio do caminho? Que droga! - Dizia ele sempre que isso acontecia.


Geralmente, eu o puxava para longe do constrangimento e dizia:


- Uma pessoa com mais cerebro que você e, acredite, não é tão dificil de se encontrar uma pessoa assim.


Carter: VALEU Sadie.


Sadie: Ownt Carter, sei que você me ama. Continuando!


Bem, quando chegamos a Moutauk, a bagunça já estava feita. Só deu mesmo tempo de ver a deusa gato arrebentando a janela da casa dos pais de Percy. Que mais podiamos fazer? Afinal, não queriamos ficar fora da diversão e fazia alguns meses que eu não hadizava alguma coisa, então...


PUM!


A porta já era.


- Quem, diabos, são vocês três? - Disse Percy.


Olhe, como tenho que expressar minha opinião, vou fazê-lo, mas Percy vai se achar e Annabeth vai querer me matar. Peço desculpas.


No momento em que vi Percy, meu coração sibilou como uma cobra. Anúbis saiu completamente de minha cabeça, seus olhos escuros foram imediatamente trocados pelo brilho intenso dos olhos verdes de Percy... AI!


Sim, pessoa, Annabeth me atingiu com um machado. Se não fosse pelo escudo que fiz, eu seria a reprise mórbida da porta da casa de Moutauk.


Annabeth: Pelo visto a lâmina esta afiada. Isso é bom. Caso eu precise usá-lo outra vez;


Percy: Parem meninas. Sabidinha, meus olhos verdes e de brilho intenso só veem você, acredite. A Sadie é... Bléft. Certo, Sadie, não adianta me olhar assim. É serio, tô ficando sem-graça. Annabeth, acerte ela com o machado.


Sadie: Tá bem, tá bem! Nada de machados.


Depois de registrar Percy Jackson olhando para mim com uma carinha de bebezinho, assumi meu ar decidido e disse:


- Cale a boca e nos deixe fazer o que viemos aqui fazer.


O que era um pouco oirônica, já que eu não sabia o que iriamos fazer e, sinceramente, preferia não saber.

sábado, 10 de setembro de 2011

Percy Jackson e os Kane: Sophia, o elo entre dois mundos



Essa história mistura Percy Jackson e os Olimpianos e As crônicas dos Kane. Espero que todos gostem. Ah, esse é o primeiro capítulo, o resto da história vai ser colocada aos poucos conforme formos escrevendo.

PS: O título está sujeito a mudanças.



UM



Uma gata assassina e dois irmãos invadem minha casa





Percy: Certo. Usar um gravador não é lá o meu forte, mas digamos que é melhor usar, já que posso não poder contar esta história de novo.



Annabeth: Por favor Percy, não seja dramático.



Rachel: Exatamente. Eu é que devia ser dramática, sou o oráculo!



Annabeth: Francamente...



Percy: Vão me deixar contar a história ou não? Obrigado. Bem, agora que as damas aqui resolveram parar de criticar minha dramaticidade, acho que podemos começar com Moutauk. É, definitivamente Moutauk.



Thalia: Ande logo Percy, não me faça acertar essa flecha no seu pescoço.



Percy: Sinceramente, não sei se corro mais risco aqui dentro ou lá fora. Hã... pelo olhar delas... é, é aqui dentro mesmo. Afinal, posso matar monstros, mas garotas? Elas provavelmente me matariam antes que eu pudesse pensar. Melhor apenas contar a história.



***



Estava eu, mamãe, Paul e Sophia, minha futura irmã daqui a um mês.



Surpreso? É, eu também ficaria.



Deixe-me retroceder um pouco. Depois de todo aquele negócio de que o mundo iria acabar e que apenas eu iria poder salvar o Olimpo e tudo mais, minha vida voltou ao normal. Tão normal quanto a vida de um meio-sangue poderia ser.



Lembra-se da minha professora, a senhora Dodds? Gostaria de esquecê-la, mas parece que ela desenvolveu uma enorme afeição por querer me matar.



Já terminei o colégio na Goode High School e agora tento me preparar para entrar na faculdade. Gostaria muito que existisse uma faculdade sobre “como se esquivar de um monstro de olhos multicoloridos de três braços e dois narizes fumegantes” ou coisas do tipo, mas mamãe insiste para que eu siga a carreira de arqueologista. Como se eu estivesse entusiasmado em saber como a civilização pré-colonial de não sei quem fez sobre não sei o que enquanto os monstros – inclusive alguns que eu nem sabia que existiam – brotam de todos os lugares para uma partida de pega-pega do mal.



Queria estar preocupado com estudos, como Rachel Elizabeth Dare, mas não consigo tirar essa sensação de que a cada segundo posso ser decapitado por um Minotauro ou então fuzilado por uma dracanae. Sei lá, acho que a sensação que eu sentia antes por ser o menino da grande profecia ainda não quis sair de mim.



Rachel: Não estou tão preocupada com os estudos. Não como Annabeth.



Annabeth: Eu não me preocupo com os estudos Rachel, sou inteligente, o que me força...



Thalia: A ser uma irritante sabe-tudo. Annabeth, você não era assim quando a conheci.



Annabeth: Eu tinha um machado nas mãos.



Percy: Não dá para pararem de fazer ameaças de morte umas para as outras o tempo todo? Já não basta esse aperto aqui nesse trem?



Annabeth, Thalia, Rachel: Vou matá-lo se não calar essa boca e continuar a história!



Percy: É com essa frase tão carinhosa e gentil, acho melhor continuar.



Tudo estava indo bem. Mamãe e Paul haviam comprado uma casa com quintal grande. Mamãe já era bem famosa por seus romances e Paul agora resolvera escrever um livro sobre mitologia grega. Vá entender.



Então estávamos lá, deitados na areia macia de Moutauk e olhando as ondas do mar. Elas estavam revoltadas e eu sorri ao pensar no por quê. Poseidon, meu pai, poderia estar vendo mamãe e Paul nesse exato momento e poderia estar com ciúmes. Paul havia notado isso também.



- Percy – Disse ele fazendo um gesto para chamar minha atenção – por que não dá um mergulho para ver seu pai? Então você poderia dizer o quanto sou seu fã e que ele terá o papel principal em meu livro.



Sorri para Paul e apontei para as ondas.



- Não creio que ele esteja muito feliz. Acho melhor vocês dois entrarem, sabe? Eu aprendi que, quando os deuses ficam zangados, coisas explodem. Então...



Paul olhou receoso para o mar e cutucou minha mãe delicadamente no braço. Mamãe piscou algumas vezes e colocou a mão sobre o ventre, onde estaria, segundo o médico, a cabeça de minha irmã.



- Que há com a maré? Quando eu me deitei aqui ela estava tão mansinha.



- Maré pode sentir ciúmes? – Perguntou Paul. Ele já se encontrava dentro da casa.



Mamãe e eu trocamos um breve olhar e sorrimos. Enquanto mamãe seguia com dificuldade para o lado de Paul, eu ainda pude ouvir:



- Marés não, mas o dono delas? Esse sim.



Olhei para cima e sorri. As estrelas brilhavam com intensidade e pela primeira vez senti que Zeus não tinha raiva de mim.



Eu iria amanhã para o acampamento e veria Annabeth. Tudo estava perfeito e em paz e eu comecei a acreditar que poderia ser assim para sempre.



Como eu estava errado.



Como eu sempre estou errado, sinceramente, acho melhor parar de falar isso, assim, quem sabe, alguma vez eu possa estar certo.



Rezei em silêncio ao meu pai e me levantei, já era hora de ir para casa.



Uma gata de pelo amarelo e preto, olhos amarelos e incrivelmente orelhuda apareceu em minha frente. Fiz tudo o que podia para lhe tirar do caminho, mas então dei de ombros e permiti que ela se acomodasse na soleira da porta. Ela não pareceu muito satisfeita, mas ronronou.



- Mãe? – Chamei.



Mamãe grunhiu em resposta. Ela se encontrava sentada no sofá e fazia uma careta horrorosa para sua barriga arredondada.



- Sua irmã esta me matando. Você não era assim, e olha que é semideus.



Sorri para mamãe, mas senti um arrepio sinistro na espinha. Não deixei que mamãe percebesse isso e apenas fiz um gesto de desdém, seria melhor que ela não se preocupasse com nada, não nessa fase tão maravilhosa de sua vida. Acariciei os cabelos de minha mãe e troquei um aceno de cabeça com meu padrasto. Ele olhava para a janela com um olhar assustado.



Soltei um riso baixo e segui para meu quarto.



Meu quarto não era um quarto. Era basicamente uma cama de madeira e uma escrivaninha. Uma mesa encostada na janela e um abajur que lembravam as ondas do mar. Não que eu precisasse disso.



Eu estava admirando a foto de Annabeth em minha carteira quando ouvi o berro de minha mãe vindo da sala. Sai correndo em disparada e a encontrei apertando a barriga com força em demasia.



- Mãe? Mãe!



Paul dançava uma espécie de dança grega no mesmo lugar. Revirei meus olhos e peguei o celular de minha mãe. O passei para as mãos tremulas de Paul.



- Por que você não liga? Vou vomitar. – Disse Paul.



- Já temos um problema um tanto grande para que eu fique me preocupando com qualquer monstro que Hades queira mandar. Ligue logo!



Mamãe urrou de dor. Seus olhos brilhavam.



- Estou tão feliz! Acho que vou acabar chorando de felici...



Nesse momento uma mulher esguia em trajes de leopardo pulou pela janela, quebrando-a. Reconheci os olhos amarelos e arfei assustado.



- Não chore! Não ainda.



Eu ainda encarava o rosto da bela mulher.



- Vo-você era u-uma ga-ga-ta. Espere, você ainda é uma gata. – Acrescentei com um sorriso.



Mães são estranhas. Minha mãe estava ardendo de dor, mas mesmo assim, sabe-se lá como, ela havia conseguido bater em minha cabeça. E com força.



Logo depois uma garota de cabelos cor de caramelo e olhos azuis e um garoto afroamericano adentraram no quarto segundos depois de explodirem a porta.



Virei-me para minha mãe e ergui uma sobrancelha.



- Você por acaso convidou a família e não me disse?



Paul havia desmaiado e mamãe me olhou com um brilho estranho nos olhos, o brilho me dizia claramente que ela poderia matar qualquer um naquele momento. Voltei-me para os outros dois adolescentes.



- Quem, pelos deuses, são vocês três?



A garota disse algo em uma língua estranha e me fitou. Seus olhos eram de um azul vivido e intenso.



- Cale a boca e nos deixe fazer o que viemos fazer.